Vagueio
pela imensidão do mar
entre visões fascinantes
de ondas, entorpecidas
navego, nos escarpados
de meus pensamentos.
Não sei como chegar
ao cais seguro
do teu coração.
A ilusão de meus desejos
trai-me!...
A visão de trevas
persiste e elude-me
na incerteza
deste mar que trilho.
O Luar, foi-se...
A angustia em mim
permanece.
Queria esquecer -te
mas não consigo.
A tua silhueta no horizonte
provoca-me,
turva-me o olhar.
Com receio de naufragar.
mantenho, as velas enfunadas
que na viagem do vento
me reboque.
Sinto que perco forças
para chegar, aquela praia
onde um dia
fizemos juras de amor.
Chama-me!
Salva-me!
Alaga-te!
Neste meu mar árduo.
Sim!
Eu, te ouvirei e direi
entre lágrimas e sorrisos
<Estou aqui>
de meus pensamentos.
Não sei como chegar
ao cais seguro
do teu coração.
A ilusão de meus desejos
trai-me!...
A visão de trevas
persiste e elude-me
na incerteza
deste mar que trilho.
O Luar, foi-se...
A angustia em mim
permanece.
Queria esquecer -te
mas não consigo.
A tua silhueta no horizonte
provoca-me,
turva-me o olhar.
Com receio de naufragar.
mantenho, as velas enfunadas
que na viagem do vento
me reboque.
Sinto que perco forças
para chegar, aquela praia
onde um dia
fizemos juras de amor.
Chama-me!
Salva-me!
Alaga-te!
Neste meu mar árduo.
Sim!
Eu, te ouvirei e direi
entre lágrimas e sorrisos
<Estou aqui>

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