Verdes campos a brotar.
Paradigmas de flores
deliciam-me o olhar…
de alma dorida
(re)vestida em mil cores
(re)feita da passada perdida.
Do alto do monte, sinto
a brisa refrescante.
Um rasgo de vento, suave,
fresco e acutilante
bafeja o meu rosto
cantarolando, rimas de amor
emanando, em composto
de aromas doces,
versos de esperança,
abrindo caminhos
até ao centro de mim.
O céu, azul pardacento,
avança, rasgando trilhos
desse novo caminhar.
A minha alma (des)liga
o meu corpo Levita
através, de laços raios
de luz cristalina.
Marcando presença
comungando, do querer.
mergulhando, na firmeza
de meu pensamento.
Que não se vê…
tal como o vento
que bafeja o meu rosto
fecundando o meu âmago
de coração que sente
e
acredita, na gente.
Fernando Jorge Benevides 09/10/2012
(re)vestida em mil cores
(re)feita da passada perdida.
Do alto do monte, sinto
a brisa refrescante.
Um rasgo de vento, suave,
fresco e acutilante
bafeja o meu rosto
cantarolando, rimas de amor
emanando, em composto
de aromas doces,
versos de esperança,
abrindo caminhos
até ao centro de mim.
O céu, azul pardacento,
avança, rasgando trilhos
desse novo caminhar.
A minha alma (des)liga
o meu corpo Levita
através, de laços raios
de luz cristalina.
Marcando presença
comungando, do querer.
mergulhando, na firmeza
de meu pensamento.
Que não se vê…
tal como o vento
que bafeja o meu rosto
fecundando o meu âmago
de coração que sente
e
acredita, na gente.
Fernando Jorge Benevides 09/10/2012

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